BuscaPé, líder em comparação de preços na América Latina

Atualizar PHP + Wordpress = Problemas Nas Postagens

Postado por Bruno Pedrassani 4 Comentários » sexta-feira, março 5th , 2010

Em: blogs, dicas Post to Twitter Tuite esse post

Deixando meus parcos leitores à par do porquê da falta de posts. Dois motivos:

  1. Eu estava de férias, e bem, nas férias você promete fazer um monte de coisas e acaba fazendo um monte de nada.
  2. Meu servidor de hospedagem atualizou o PHP e eu não conseguia postar por nenhum cliente de postagem Wordpress. E eu odeio o editor padrão do Wordpress. Explicitarei esse motivo abaixo.

Pois já fazia algum tempo que eu escrevia postagens pelo Scribefire ou pelo Windows Live! Writer, mas na hora de publicar por algum motivo os sinais de “<” e “>” – que são os sinais de “abrir” e “fechar” tags html – sumiam.

Como isso começou a ocorrer quase que simultaneamente aqui e no Chiclete na Poltrona, logo pensei que era culpa da atualização do Wordpress 2.9.2 que fiz em ambos os blogs.

Então comecei a busca pelo problema partindo desse princípio, mas nada de encontrar solução. Postei o problema no fórum do MeioBit porque o pessoal de lá normalmente responde rápido e quase sempre tem solução, mas não obtive sucesso.

O problema real aqui não estava na atualização do Wordpress, nem em algo que eu havia feito. O problema foi que mais ou menos nessa mesma época, meu servidor de hospedagem deve ter atualizado o PHP rodando no mesmo – e como não tenho controle sobre isso – foi difícil de descobrir o problema. Com a atualização do PHP, é atualizada uma biblioteca chamada libXML, e essa nova versão tem um “conflito” com o Wordpress, que acaba por “comer” os sinais de “<” e “>” das tags html.

Conhecendo o problema, há duas soluções hardcore pra usuários que usam linux gostam de sofrer:

  1. Fazer downgrade da libXML do PHP(o que nem sempre é possível);
  2. Alterar alguns arquivos do Wordpress manualmente pra que eles contornem o problema.

Mas como você, meu querido leitor, gosta de sombra, água fresca, vadiagem e malemolência, há uma solução muito, mas muito mais simples:

Basta instalar o plugin, ativá-lo e voilá: já pode usar seu cliente de publicação preferido novamente.

E agora voltando à rotina, voltaremos para a programação normal deste blógue.

EDIT: encontrei a solução aqui.

Chiclete Na Poltrona

Postado por Bruno Pedrassani 2 Comentários » sexta-feira, fevereiro 26th , 2010

Em: blogs, cinema Post to Twitter Tuite esse post

E Nódoa do Universo orgulhosamente apresenta… Chiclete Na Poltrona, a mais nova cria deste humilde autor que vos fala(juntamente com Ricardo Lopes e Marcos Vinicius Costa).


O Chiclete na Poltrona é um blog sobre filmes. Sobre cinema. E pra não ser só mais um entre tantos, vamos tentar dar um tom mais… engraçado às resenhas, postagens, notícias, enfim, tudo.

Já temos um apanhado de postagens por lá, um tanto quanto genéricas, visto que o trabalho de blog não se resume só a escrever, mas estamos trabalhando em tudo(aparência, cadastros, divulgação, etc, etc, etc).

Se alguém quiser ajudar, escrever, dar idéias, sintam-se a vontade! Agradeço em nome de todos os criadores do Chiclete qualquer ajuda!

Technorati Marcas: ,

Amor, Cálculo, Amor, Aliens

Postado por Bruno Pedrassani 2 Comentários » quarta-feira, fevereiro 10th , 2010

Em: aleatoriedades, animais, internet, news Post to Twitter Tuite esse post

Leia isto: “Amor em Londres é tão raro quanto encontrar aliens, indica cálculo“.

Ao ler isto, o que vem em mente? No que você pensa, querido(a) leitor(a)?

Particularmente, quando eu li isso pensei: “nossa, fizemos contato alienígena e eu nem sabia!”.

Isso aí em cima é o título de uma notícia de 19/01/2010, da Folha. Não sei porque, mas ainda me espanto com a capacidade de agências/jornais/revistas/mídias-quaisquer em criar títulos fictícios/imaginários/estranhos-o-suficiente que levam o leitor a pensar outra coisa, que não o que está escrito no corpo da notícia.

Pensem comigo: como posso afirmar que encontrar algo é tão difícil quanto encontrar outro algo, se um dos algos nunca foi de fato encontrado?


Ah é, já fizemos o primeiro contato: Sam, o cachorro mais feio do mundo
Foto de: spierzchala

Mas tá, tudo bem. Se você ler a notícia – que é até interessante – você vê o tipo de cálculo utilizado e entende a comparação. Só que aí caímos em outro problema: o estudo feito pelo Peter Backus – professor de economia na Universidade de Warwick – não fala sobre encontrar amor em nenhum momento. Ele fala sobre encontrar a parceira ideal, ainda seguindo os critérios dele para o que seria a parceira ideal(ou uma aproximação dela). Desde quanto quando parceira ideal significa amor, Folha?

Não sei em Londres, mas aqui no Hemisfério Sul, encontrar a parceira ideal até é fácil. Difícil é convencê-la.

Ah, e novamente, cuidado com o que fala. Ou no caso, escreve.

, ,

Brasileiro não gosta do Brasil

Postado por Bruno Pedrassani 2 Comentários » terça-feira, fevereiro 2nd , 2010

Em: brasil, comportamento Post to Twitter Tuite esse post

Um fato que constato constantemente(!) é que brasileiro não gosta do próprio país. Obviamente que, como toda generalização, temos as exceções, mas não são elas que serão tratadas por ora.

Já tivemos épocas em que era obrigatória a execução do hino nacional brasileiro todos os dias nas escolas, antes da aula começar. Perdemos isso. Quem sabe não perdemos mais ainda, como alega essa simpática velhinha?

OK, pode ser que esta introdução só existisse pelas bandas da velhinha, mas a wikipedia atribui tais versos a Américo de Moura(não que isso torne a possibilidade em fato). Pensando com meus botões – indiferente dos versos existirem ou não – a simpática idosa passa uma lição importante e interessante: o brasileiro está perdendo a própria identidade brasileira(se é que isso é possível de ser afirmado).

Tudo no Brasil é uma merda, nada presta. Só temos corruptos e bolsa-esmola. Vou-me embora para Pasárgada, ou pro Canadá. #mimimi #mimimi #mimimi

(Só pra queimar um pouco minha língua, demorei tanto a publicar isso aqui que há informações que a partir de 22 de setembro de 2009, o hino nacional brasileiro tornou-se obrigatório em escolas públicas e particulares de todo o país. Ao menos uma vez por semana, todos os alunos do ensino fundamental devem cantá-lo.(D’aqui))

O que todos esquecem na hora de reclamar, é que o Brasil é feito de brasileiros, e somos diretamente responsáveis pelo que ele representa. Se o vemos como um lixo, um lixo é o que será.

Há ainda os separatistas. Aqueles mesmos da Farroupilha. Aqueles que querem separar não mais só Rio Grande do Sul, mas todo o Sul do resto do país. Tenho vários amigos que acreditam cegamente que isso é uma coisa boa. Pra esses todos, sugiro a leitura de dois artigos no Papo de Homem(link 1 e link 2).

É inegável que cada região teve suas peculiaridades, sua colonização, seus impasses e dificuldades. Temos muitos “Brasis” dentro do Brasil. Mas não é negando um irmão que as coisas vão melhorar. Separar o Brasil é uma visão e um recurso “fácil” pra tentar acabar com os problemas do país. Cegos. O Sul sozinho ia viver do quê? Pecuária? Claro, super-potência.

Inserindo nesse balaio de odiadores brasileiros, vamos colocar quem tem vergonha de se dizer brasileiro. Já vi em várias ocasiões gente dizendo que veio de outro lugar, pra não dizer que veio do terceiro mundo. OK, pode ter preconceito, blablabla, mas não é negando o que você é, que se combate o preconceito, ou é?

“Ah, mas você não sabe o que pensam do Brasil lá fora. Acham que aqui é só carnaval, futebol, mulher pelada e que a capital é Buenos Aires”.

Certo. Então vou dizer que vim da Itália. Simples. Não falo de negar acestrais, eu mesmo tive bisavós italianos e alemães. Mas eu não nasci lá. Posso ter laços com esses países, gostar das tradições, exercê-las, mas, novamente, eu não nasci lá. Como cidadão do meu país, eu deveria defendê-lo, não ofendê-lo. Nossa geração já não sabe mais o que é isso, e digo nossa porque estou incluso. Não tive hino nacional na escola a não ser um par de vezes, e ninguém me mostrou o que o Brasil tem de bom. Não interessa que seja uma formiga. A identidade nacional deve ser refeita afim de que possamos crescer como país. Precisamos nos sacrificar pelo país.

O que me dá mais nojo é que só nos unimos quando há um inimigo mais “patriota” que nós. Futebol contra a Argentina é um motivo. Qualquer rixa com Estados Unidos também. Incrível como esses dois países tem o poder de fazer brasileiros se unirem, pena que os motivos só funcionam por alguns minutos. Já repararam que em todo Godamn filme róliúdiano aparece uma banderia dos EUA hasteada? Pois é, identidade. Quando vimos a bandeira brasileira em um filme, falamos um “que tosco”, isso quando não deixamos de lado.

Esse post ficou uns 6 meses na geladeira, pra que eu não o publicasse em um simples momento de raiva. Bem, 6 meses dizem que não foi um momento que perdi a cabeça(mas pode ser que eu não a tenha mais de qualquer maneira).Technorati Tags: , , ,

Se algo faz mal, faça uma pesquisa

Postado por Bruno Pedrassani 2 Comentários » quinta-feira, janeiro 21st , 2010

Em: ciência, comportamento Post to Twitter Tuite esse post

Não uma pesquisa do tipo “procurar no Google”. Uma pesquisa no sentido de processo sistemático de construção do conhecimento, tendo como meta gerar novo conhecimento(via Wikipédia), ou no nosso caso, provar qualquer coisa que você queira, como o fato de que o café faz mal à saúde. Ou não.

Nesse nosso mundo medorrento(tm Inagaki) e todo politicamente correto, a ciência parece estar fadada a seguir o mesmo caminho. Pra cada pesquisa dizendo que algo faz mal, surge pelo menos uma outra dizendo que esse mesmo algo não faz tanto mal assim. Estamos sempre em cima do muro, com medo de cair pra qualquer lado, e pior, com medo de admitir que estamos com medo.

Traduzindo os dois parágrafos acima: se você quer provar que algo é bom/ruim/certo/errado/etc/cte, basta você escolher uma visão suficientemente boa pro seu argumento e se apoiar nela “cientificamente”(há outras vertentes, mas deu pra entender).

Exemplo-inventado-na-hora-1: “Fumar maconha deixa os usuários obesos” – Uma pesquisa australolandesa realizada com 200 pessoas, sendo 100 usuários da erva e 100 não usuários, comprovou que quem fuma maconha tem tendências a ficar obeso em algum período de tempo.

Exemplo-inventado-na-hora-2: “Fuma maconha ajuda pessoas com problemas de alimentação” – Pesquisadores da universidade de Trenchtaum examinaram um grupo de 200 ex-modelos anoréxicas, em que 100 foram submetidas ao tratamento medicinal com a maconha, e 100 não. Ficou visivelmente claro para eles que as ex-modelos anoréxicas que fumaram a maconha conseguiram uma recuperação muito melhor do quadro de anorexia do que as ex-modelos anoréxicas que não fumaram maconha.

Percebam que os dois casos são totalmente fictícios, mas leiam somente o título. São dois títulos claramente – e propositalmente – contraditórios(os links do café no primeiro parágrafo são reais). Assim não sabemos se maconha faz bem ou faz mal à saúde, ou no caso, à alimentação. Dentro do texto está o escopo definido, mas o título que é o que a maioria das pessoas lê e acha que já sabe tudo, não deixa nada claro, e o próprio texto pode ser confuso.

Em uma discussão recente, um amigo meu soltou a pérola, nas palavras dele:

- tô esperando o dia em que vão dizer que o álcool faz bem pra saúde e regenera os neurônios…

Eu também estou esperando, é só algum cientista/matemático/estatístico de plantão escolher o assunto e ver da forma apropriada.

Se ainda assim meus caríssimos leitores acharem que isso é besteirol, basta que sejam lembrados – ou que tomem conhecimento pela primeira vez – de que muitas drogas ilícitas atuais eram utilizadas como remédios há não muitos anos. Pesquisem o histórico da Heroína, ópio ou da coca(não a cola). E sim, pode ser no Google mesmo.