Mesquinharia – Parte 2
Como havia esquecido no último post sobre a mesquinharia, e devidamente lembrado pela minha amada(;)), vou contar a história desta intrépida senhora em busca de vingança justiça.
Todos já devem ter passado pela mesma situação. Você vai em uma loja qualquer comprar um item qualquer. O item nunca tem um valor completo, fechado, tipo R$10,00. Eles colocam, pra tentar te enganar, R$9,99. Bem, é marketing ou seiláoquê, não importa. O item custa R$9,99. Não interessa se você vai comprar vários itens. Todos têm um valor desse tipo. Então, você vai pagar e a conta dá, sei lá, R$29,98. Você dá R$30,00. E sem ser avisado, ganha uma balinha de troco(OK, alguns poucos perguntam: “Pode ser uma balinha de troco?”). Acredito que todo mundo já passou por isso.

Essa usa “balinhas”, e talvez pague a conta do mercado
Pois bem, a nossa heroína, chamada de Dona Izolde, sempre ia ao mesmo mercado na cidadezinha onde mora, e sempre se deparava com a situação supracitada.. Ela nunca falava nada, mas sempre pegava a balinha de troco e guardava. Sempre guardava. Até que em um belo dia comum, Dona Izolde vai ao mercado fazer suas compras normais. Deu o preço normal a pagar. Então, no exato momento de pagar a conta, ela saca sua arma de sua bolsa/sacola e entrega um saco como pagamento. Um saco DE BALAS! As mesmas balinhas que recebia de troco, estavam servindo agora pra pagar a conta do mercado. A lógica é simples e irrefutável. Se as guloseimas serviam como moeda de troca/troco, então serviriam como moeda de pagamento também. Foi ou não foi uma idéia sensacional? E a coragem de chegar pagar a conta com balinhas, não é pra qualquer um não.
Acho que ninguém sabe/lembra direito do final da história, a não ser é claro da cara que as atendentes devem ter feito pro saco de balas. Não acredito que o mercado aceitou as balas como pagamento, o que na minha opinião, era o mínimo a fazer. Como qualquer cidade pequena, eles conheciam nossa heroína. Era justo, mas não acredito que foram.
O que ela fez foi mesquinharia? NÃO! Ela provavelmente sabia que não conseguiria pagar com as balinhas. Mas mesmo assim foi lá e tentou. Isso foi uma lição pra mesquinharia do mercado e de muitas pessoas, que quer lucrar até nos centavos de centavos de uma balinha.
Ah, se tivéssemos mais Izoldes por esse mundão…
PS: Obrigado a Maria minha amadinha por ter cedido algumas informações e dado a idéia do post
PS2: Pensei em ocultar a identidade da nossa heroína, mas acredito que pessoas assim devam ser lembradas pelo próprio nome





sexta-feira, maio 9th 2008 at 20:06
Aêêê, amor!!! Massa, né!! Acho que ela ficaria feliz em saber que sua tentativa de justiça foi imortalizada na internet! Hahahaha!! É por essas e outras que eu tenho muito orgulho da minha vozinha. Ela é uma dessas pessoas que têm que contar os centavinhos pra dar conta de comprar o necessário. Talvez só por isso ela tenha tomado essa atitude um tanto quanto radical.
Direito de Resposta
sexta-feira, maio 9th 2008 at 20:23
Grande, graande vovó!
isso é que é, de balinha em balinha, olha no que dá hahahaha
Nada mais justo que pagar com o que recebeu de troco =D
Direito de Resposta
sábado, maio 10th 2008 at 00:25
hauahauha, foi a vó da usta é?
massa massa
mas vc falando disso lembrei de um livro que tinha quando pequeno, que fala dum piá que teve a mesma pira da avó supracitada, o nome é Como se fosse Dinheiro . achei o link pra história sem figurinhas… aí ó:
http://www2.uol.com.br/ruthrocha/historias_16.htm
quem quiser q compre o livro
deve ser baratinho e vc dar isto pra um dono de mercado que faz isso deve lavar a alma hehehe
abraços e sucesso man!
Direito de Resposta
sábado, maio 10th 2008 at 11:20
Hi friend!
Tia inteligente essa né!!!
Pois bem meu caro amigo, sou fã de todas as Dn’s Izoldes espalhadas mundo afora e honestamente, nunca aceitei troco em balinhas, sempre fui daqueles que ou deixa os centavos restantes de gruja para os atendentes ou exijo tim-tim por tim-tim de meu rico dinheirinho, seja lá que droga de centavo for…. por duas vezes ao andar de ônibus simplesmente desci pela frente pq às vezes faltava cinco centavos de troco e daí eu acabava nem pagando a passagem, isso porque eu exigia meu troco e como eles não tinham…
Ta loko! Se tiver faltando cinco centavos em meu dinheiro eles não me deixam nem passar pela roleta, por isso faço questão sim……………
Grande Abraço!!!
Direito de Resposta
Twitter: @bpedrassani
sábado, maio 10th 2008 at 15:55
É verdade Ítalo, se você quiser ficar devendo, nada feito. Se faltou 5 cents, nada feito. Mas se é pra eles ficarem te devendo, aí tá feito.
Grande MasterBum, gostei do testículo, exatamente a mesma história! Bom mesmo.
Direito de Resposta
sábado, maio 10th 2008 at 17:58
http://www.youtube.com/watch?v=pvE46KH3yIs
Essa propaganda me lembra essa história, só do que do ponto de vista das sacanagens que alguns compradores aprontam com vendedores… xDDDDDD
Dá-lhe mulher com o saco de balas! Quem dera que eles tivessem aceitado o saco de balas, rs…
Ainda mais que moedas de 1 centavo estao em extinção, esses preços de 9,99 não fazem sentido. :p
Direito de Resposta
Twitter: @bpedrassani
sábado, maio 10th 2008 at 18:05
AHUAH, legal a propaganda, bem no estilo mesmo!
Direito de Resposta
domingo, maio 11th 2008 at 21:17
Nossa, acontece demais. Às vezes dá raiva, mas que fazer? Por essas e outras odeio marketing imbecil…
Entretanto o xerox da faculdade faz um esquema — aliás, dois — que faz sentido: eles de vez em quando arredondam o valor pra cima e de vez em quando pra baixo. Dessa forma você não pode dizer que eles estejam ganhando pelos centavos do troco.
O outro esquema é que o preço da página de cópia é 8 centavos, mas a página única é 10. Então fica no esquema “o combinado não sai caro”.
Direito de Resposta