Que é fácil falar besteira, todo mundo sabe. E não só as besteiras inofensivas, mas as que causam dano também. Tenho certeza que todos em algum momento falaram algo que não queriam falar, por estar com a cabeça quente ou simplesmente por não pensar antes de falar. É normal.
Só que acho uma tremenda sacanagem quando um veículo de projeção nacional, com profissionais “qualificados”, que teoricamente deveriam saber redigir bem um texto, solta uma dessa(estou reproduzindo mais ou menos o que me lembro, a idéia era essa):
Uma pena para a seleção olímpica feminina de basquete. A pivô Érika sofreu uma fratura por stress e terá que ser substituída pela jogadora Grazi.
Pô, uma pena pra seleção que a Grazi vai ter que jogar? Eu realmente acredito que essa não foi a intenção de quem escreveu o texto. Mas tão logo eu e minha irmã ouvimos, já nos olhamos com aquela cara de será-que-ela-falou-isso-mesmo?
O veículo era o Globo Esporte, que passa no horário do almoço. Um veículo assim, não poderia deixar passar um texto desses e provavelmente eu e minha irmã não fomos os únicos a perceber. Mas digo novamente, não acredito que tenha sido de propósito. Bem, pessoas erram. “Veículos de Informação” que se dizem perfeitos não.
Agora, há o besteirol saudável. Aquele papo no bar, ou numa roda de amigos em que sempre um é tirado pra Cristo, e todos começam a falar os podres desse cidadão. E não adianta se defender, tanto pior pro mesmo. Essas besteiras sempre geram muitas gargalhadas, e muitas novas besteiras.
E foi numa dessas conversas, em um dos primeiros anos de faculdade, que um grande amigo meu soltou a sua besteira-mór. Ocultarei os nomes desse causo, mas foi assim:
Todos no Centro de Estudos jogando truco(normal né), berrando, tomando cerveja. E no truco, eu e esse amigo éramos parceiros.
Então berro vai, berro vem, xingamentos sempre rolam soltos em mesas de truco, alguém da outra dupla fala:
- Ahhhh, truuuuuco seu desgraçado.
Meu parceiro não ia deixar quieto:
- Seis lazarento, seeeeeeeiiissss!
E em resposta, alguém da outra dupla:
- Que mané seis, eu mato essa manilha e você ainda me paga um boquete.
E meu parceiro, sem nem pestanejar, solta a antológica:
- Só se for com a bunda!
Claro, óbvio, certo como 2 e 2 são 4 que todos os presentes ouviram, e ouve uma gargalhada geral. E não é pra menos. Não consigo lembrar se chegamos a terminar o jogo, de tanto que rimos. E até hoje, meu amigo ainda é conhecido pelas suas técnicas ocultas(que ele desenvolveu, e só ele conhece) do boquete anal, o lullas fuggattis.
OBS: Favor comentaristas, apesar de ser fato conhecido, vamos criar uma lenda. Não revelemos o nome de tão carismática figura.
OBS2: Abraço ao meu grande amigo e pivô dessa história




PQP!!! Até eu que não conhecia essa história já sei quem foi o infeliz que fez esse comentário!!! Graaaaande!
HAUAHUHA, não espalhe tá?
haeuhauehuaheuhauehuaheuahuehuaheahueaueuhauhehaeuhaueuaeaehauheua
só posso dizer uma coisa… “EU TAVA LÁ!”
Presenciei esse fato que, com certeza, será lembrado por meus tataranetos!
O primeiro comentarista que não sabe quem é a figura sou eu? Uh, primeirão! \o/
Isso aí rola tanto, mas tanto, que temos na computação o periódico “Acontece no DCC” que noticia essas coisas. Até um tempo atrás era semanal…
eu tava lá tb!!!!