Filminhos e os chatinhos de plantão

Primeiro, como todo blog/site que tem alguma atualização no final de ano, é desculpar a falta de atualizações. Sacomé, família, amigos, festas, família, brigas, festas, brigas e pãnz. Acabei atualizando isso aqui “menas” do que queria este mês, fazer o que.

Segundo… bem, não tem segundo, era só o primeiro mesmo.

Acabei assistindo vários filmes nesses últimos dias, alguns velhos, outros nem tanto.

Primeiro(de novo) vou falar de Avatar.

Não tenho medo de falar, eu achei o filme muito bom. Talvez foram os efeitos 3D, possivelmente e quase certeza que foram os efeitos, mas sim, gostei do filme. A história tem os clichês já conhecidos, como o do cara que vai pra acabar com uma raça e acaba se unindo à ela, blábláblá. É uma mistura de Matrix, Harry Potter e Smurfs mesmo, mas e daí?

O mundo(Pandora) criado em Avatar é extremamente bonito e bem feito. Os Na’vi – a raça local de Pandora – é muito bem feita. As feições convencem e dá pra você reconhecer os atores que “interpretam” cada personagem(Sam Worthington, e Sigourney Weaver você vê porque mostra, mas a Zoe Saldaña descobri só vendo a Neytiri). Os movimentos são extremamente reais, e durante o filme você não tem aquela sensação de estar vendo um “desenho”, mas sim, um filme mesmo.


Essa é a Neytiri

Aí vem os chatões de plantão, detonam o filme, blábláblá, clichê, blábláblá. Não são chatões por criticarem o filme, eu mesmo faço isso quando não gosto e não me considero chatão. Chatões são os caras que falam mal simples e puramente pra serem do contra. Naquele esquema, “Hay Gobierno? Soy Contra!”.


Essa é a Neytiri. Não é mera semelhança.

Aí você a argumentação dos caras que só conseguiram criticar o filme por ele ser blockbuster e não ter história. Depois você lê um leitor dizendo que cinema é entretenimento, não precisa fazer o cara cair das calças pra pensar. Aí o cara diz: “sim, é entretenimento, mas sem história?” WTF?

Enfim. Bota é bota(tm Homem Cueca). Mas nego negar que os efeitos 3D do filme são realmente bons, e que por si só valem a pena é de cair das calças. Pombas, eu já tinha visto filme “3D”, mas era aquelas porcarias de filmes infantis estilo Sharkboy e Lavagirl, onde os caras mandam você tirar e por os óculos durante o filme. Esse 3D é coisa nova, brand new, e eu assistiria qualquer filme só por esses efeitos. Aliás, filmes “normais” perderam a graça depois do 3D de Avatar.

Segundo, assisti ao Mr. Magorium’s Wonder Emporium(A Loja Mágica de Brinquedos). É um filme de 2007, e não foi em 3D. Mesmo assim, o filme é bastante competente.

Está certo que com Dustin Hoffmann e Natalie Portman as atuações já estão em um bom nível, mas Zach Mills(que faz o menino colecionador de chapéus) também é muito bom.

Esse filme também é cheio de clichês no estilo “você nunca é velho demais pra acreditar”, mas tem uns bons efeitos e a loja é muito legal. É um filme pra divertir(mas oras, qual não é?), e novamente, a história não é a mais original, mas convence na proposta do filme.


Somente Acredite. Não pede nada mais.

Aqui novamente li algumas críticas do filme. Uma delas era que, oras, * WARNING WARNING SPOILER * Mr. Magorium morre no final. Comassim Biaaaaauuu? Coloquei como spoiler ali, mas qualquer cidadão com inteligência média sabe desde o começo do filme quando ele fala que vai embora que ele de fato, VAI EMBORA no final. Pra mim isso estava totalmente claro desde o começo. Criticar o filme porque ele cumpre a proposta é… ridículo! * SPOILER OFF *

Enfim, o filme é legal. Mas assista com espírito de filmes light, senão, nem assista.

PS: não lembro onde li as críticas de ambos os filmes. Li tantas de cada um, em tempos diferentes, mas a idéia está aí.

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About Bruno Pedrassani

Nasci em 1985 na cidade de Curitiba - PR. Já antes de completar 2 anos, me mudei/mudaram pra Canoinhas - SC, onde vivi até os 17. Depois disso, voltei a Curitiba pra cursar Bacharelado em Ciência da Computação na Universidade Federal do Paraná. Atualmente terminando o trabalho de graduação e trabalhando na CELEPAR - Companhia de Informática do Paraná. Nas horas vagas, pseudo-blogueiro, jogador, e amante(aquele que ama).
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