Quem não é bobo nem nada e lê o Inagaki, já deve ter visto este post, que originalmente foi idéia da Flávia Durante, sobre o primeiro livro que leu na vida.
Confesso aqui que tenho uma memória péssima pra lembrar da minha própria vida. Alguns fatos e ocorrências lembro muito bem, mas no geral não lembro nem dos primeiros anos de faculdade(talvez o álcool tenha alguma coisa a ver aqui). Lembrar do primeiro livro que li foi um exercício de memória.
E não é que eu lembrei? A idade exata eu certamente não lembro, eu era pequeno demais pra lembrar
, mas ao lembrar do meu primeiro livro até me surpreendi. Eu procurava lembrar daqueles livrinhos pequenos ilustrados, de 30-40 páginas, mas meu primeiro livro foi uma versão totalmente surrada e batida que minha mãe possuía(e acho que ainda possui) de O Pequeno Prícipe, de Antoine de Saint-Exupery.
” Toda vez que leio esse livro, entendo ele de uma maneira diferente”
Hoje, uma busca rápida em qualquer buscador te devolve as “melhores frases do livro”, explica tudo tin-tin-por-tin-tin, faz análises e não sei o que. O problema é que tudo isso tira a beleza de você ler, reler e reler, e a cada vez entender algo diferente, por descoberta própria.
Mesmo não captando tudo que o livro tinha a oferecer, a primeira vez que o li adorei. Adorava o planetinha, a plantinha, a idéia de estar no espaço, voar com os pássaros e não ter medo de cobras, raposas e o que for. Talvez a minha adoração por ficção científica tenha começado exatamente aí.
Obviamente que depois desse vieram outros mais simples – o que não quer dizer piores – como a fantástica Coleção Vaga-Lume. Lembro que o Colégio Tempo Feliz onde eu estudava tinha a coleção inteira, ou eu achava que tinha inteira pelo menos. O colégio ainda existe, não no mesmo lugar, não com os mesmos alagados, não com a mesma quadra poliesportiva de cimento que ralava os joelhos, mas existe.
Mas voltando pra coleção, lembro muito bem dela porque o primeiro livro que peguei pra ler, e agora penso que não poderia ser outro, foi Um Cadáver Ouve Rádio, de Marcos Rey. Não lembro nada da história, mas o título segue marcado na minha memória.
PS: acho que está na hora de ler O Pequeno Príncipe novamente.
PS2: como a Flávia sugeriu, convido aqui meus xarás Bruno Guedes e Bruno Alves, a Senhorita Rosa se ela ainda estiver viva(a moçoila sumiu!), a Veridiana Serpa se ela não estiver muito ocupada com os seus 30 & Alguns, e a gamer que nem joga mais tanto assim Cindy Dalfovo.




Um dos primeiros livros que lembro de ter lido se chamava “Soprinho”. Nunca mais o encontrei. Uma delícia. =/
O Pequeno Príncipe, lembro de uma fita que tínhamos em casa com uma série em desenho animado dele. Uma beleza, mas nunca li o livro, mesmo. O mais perto que cheguei foi uma versão em quadrinhos que minha mãe ganhou no dia das mães. Tenho que botar na lista TOREAD. =P
A série vaga-lume, lia horrores no fundamental(seja lá como se chame hoje em dia). E até hoje não sei do que se trata “O Feijão e o Sonho”, acho que foi um dos poucos que eu não li da coleção.
E quadrinhos, tínhamos o armário do banheiro cheio de revistinhas da Turma da Mônica e algumas outras. Sumiram algum tempo depois da última mudança.
E isso é só começo. Vou desenvolver mais no blogs. =P
Poutz, akeles gibis, lembro q ia na sua casa e deixava d jogar videogame pra ficar lendo hauahauha
very goode times!!
Rapaz, até hoje ainda compro uns gibis no mercado de vez em quando, e as histórias continuam boas
E ae Bruno?
Eu também lembro do primeiro livro que li. Foi “Novo Curso de Direito Civil – Parte Geral”, 4ª edição, de Pablo Stolze Gagliano e Rodolfo Pamplona Filho, já que eu só comecei a ler na faculdade…hehehehe…brincadeira.
Interessante você falar disso aqui agora, porque da última vez que o meu pai veio para cá pra Marília, há umas três ou quatro semanas, ele trouxe pra mim o que pode ter sido o primeiro livro que eu li, que se chama “Os bichos que eu faço”, de Telma Guimarães Andrade, que tem uma dedicatória da autora datada de 19 de julho de 1991. É um livro pequeno, cheio de desenhos ilustrativos. O meu pai achou esse livro no meio dos livros dele, recentemente.
Ah…e que saudades daquela quadra do “Tempo Feliz”…hhahahaha.
Abraço.
AHAUHAU, seu fanfarrão! O cara não lia, só foi ler quando foi obrigado, e olhe lá! HAUHAUHAUHA
Começasse com estilo, ein? xD
Eu gostava dos livros das coleções dos Pingos, mas não sei se foram os primeiros… como alguém consegue lembrar o primeiro livro que leu na vida??? Sério, não tem como D:
PS: eu ainda jogo, só o blog que tá meio abandonado mesmo, tadinho
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