Category: aleatoriedades

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Amor, Cálculo, Amor, Aliens

Postado por Bruno Pedrassani 2 Commented quarta-feira, fevereiro 10th, 2010

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Leia isto: “Amor em Londres é tão raro quanto encontrar aliens, indica cálculo“.

Ao ler isto, o que vem em mente? No que você pensa, querido(a) leitor(a)?

Particularmente, quando eu li isso pensei: “nossa, fizemos contato alienígena e eu nem sabia!”.

Isso aí em cima é o título de uma notícia de 19/01/2010, da Folha. Não sei porque, mas ainda me espanto com a capacidade de agências/jornais/revistas/mídias-quaisquer em criar títulos fictícios/imaginários/estranhos-o-suficiente que levam o leitor a pensar outra coisa, que não o que está escrito no corpo da notícia.

Pensem comigo: como posso afirmar que encontrar algo é tão difícil quanto encontrar outro algo, se um dos algos nunca foi de fato encontrado?


Ah é, já fizemos o primeiro contato: Sam, o cachorro mais feio do mundo
Foto de: spierzchala

Mas tá, tudo bem. Se você ler a notícia – que é até interessante – você vê o tipo de cálculo utilizado e entende a comparação. Só que aí caímos em outro problema: o estudo feito pelo Peter Backus – professor de economia na Universidade de Warwick – não fala sobre encontrar amor em nenhum momento. Ele fala sobre encontrar a parceira ideal, ainda seguindo os critérios dele para o que seria a parceira ideal(ou uma aproximação dela). Desde quanto quando parceira ideal significa amor, Folha?

Não sei em Londres, mas aqui no Hemisfério Sul, encontrar a parceira ideal até é fácil. Difícil é convencê-la.

Ah, e novamente, cuidado com o que fala. Ou no caso, escreve.

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Bobagens Aleatórias com o Posterous

Postado por Bruno Pedrassani 3 Commented quarta-feira, janeiro 20th, 2010

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Então que o Posterous é um sistema bem legal. Você pode criar um blog/site simplesmente mandando um email pra post@posterous.com, sendo que o Assunto vira o título da postagem, e quaisquer coisas que tiver no corpo do email serão o corpo da postagem; inclusive vídeos, imagens ou qualquer tipo de arquivo. Mais interessante ainda é que ele pega os vídeos mandados, manda para os servidores deles e cria um player embedded na página. Tudo muito simples.

Aliás, é tão simples que não precisa de cadastro. Você pode agora mesmo mandar um email para o endereço acima que imediatamente receberá uma resposta com um link para o seu novo blog e para a sua postagem. Uma vez lá, você pode alterar o que quiser, inclusive o endereço e o tema. Como acabei de dizer, incrivelmente simples.

Toda essa introdução foi somente para avisá-los(las), caros(as) leitores(as), que eu criei meu posterous, o http://bobageria.posterous.com/. Tem um link ali na direita na barra de links também. A minha idéia desse posterous não é mais algo pra manter e me preocupar com detalhes, é mais pra aprender uma nova ferramenta(como o http://brunopedrassani.com em que aprendi/estou aprendendo a usar o Drupal).

Como o nome já diz, o Bobageria só vai ter bobagens. Porcaria internética. E vídeos de LOLCats(a.k.a gatinhos fofos). A proposta do Bobageria é publicar vídeos, textos, piadas, imagens que recebo ou que acho pelas internerds, tudo bem leve, só pra dar uma risada ou chamar de tosco. Crie o seu posterous com o tema que quiser também!


Vai dizer que nunca comeu “bobagem”?
Imagem de: Vacacion

Agora só pra dar uma atualizada no que rola aqui no blógue(eu posso não postar muito, mas sempre tem mudanças em configurações, plugins, widgets, facilidades de uso e compartilhamento, etc, etc, etc), coloquei um bloco de anúncio do AdSense aí na direita só pra ver se ganho uns trocados, senão já tiro; há agora o Tuite esse post no cabeçalho de cada postagem, é só clicar que você é redirecionado pro twitter pra postar no seu twitter a minha postagem :) ; e adicionei um widget bem legalzinho que criei no Skoob(já falei do Skoob aqui) com os livros que estou lendo. Claro que exige uma certa manutenção de livros no Skoob, mas é pouca coisa.

Ah, não se esqueçam de visitar o Bobageria.

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Buzzeando Aleatoriedades

Postado por Bruno Pedrassani 3 Commented terça-feira, dezembro 1st, 2009

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Bom pessoas, novidades no blog.

A partir de hoje, vocês verão logo abaixo do título de cada artigo(ao lado das tags), duas estrelas e um botão de “Recomendar”. Ao clicar no botão, você será redirecionado à página do Yahoo! Buzz correspondente ao artigo para confirmar que quer votar no meu artigo. É possível que eu coloque mais um botão, mas não achei espaço “legal” pra colocar um botão maior(aceitando dicas!).

Tá, mas pra quê usar esse Yahoo! Buzz?

O negócio do Buzz é a internet colaborativa. Ao invés de ser um site com um/alguns editores escolhendo o conteúdo, quem define quais são os artigos/notícias relevantes é o leitor. Portanto, se você gosta de um artigo, vote nele!

O Buzz fica ainda mais interessante ao saber do funcionamento. O Yahoo! contabiliza quais são as maiores buscas ocorrendo no momento, então busca no Buzz as mais relevantes(mais recomendadas, mais comentadas, etc) pra ajudar nos resultados. Inclusive, notícias muito “buzzeadas” podem ir pra home do Yahoo!.

Sabemos que os brasileiros em geral tendem a querer votar nos próprios artigos, mas não é essa a idéia. A idéia é votar no que você achou interessante. Provavelmente muito mais gente também vai achar esse conteúdo interessante. Portanto, votem(e nem estou falando só do meu blog, se virem o botão de recomendar em qualquer lugar que valha a pena, votem).

Pra saber mais do Yahoo! Buzz, visite esse link.

Ah, mas eu tenho preguiça de usar isso…

OK, ninguém é obrigado a usar. Colaboração só existe com vontade não é mesmo? Mas o votar em um artigo é total e extremamente simples, você só precisa acertar um CAPTCHA(se for capaz).

PS: OK, eu confesso, votei em um artigo meu, mas eu juro que foi só pra ver como funcionava. Sério.

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Meu plano é não ter planos

Postado por Bruno Pedrassani 6 Commented segunda-feira, novembro 16th, 2009

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Percebi que sou um cara que não gosta de planejamento. Veja, atualmente não tenho nem horário pra dormir. Trabalho no turno da madrugada(alguns acham que sou cafetão, outros, prostituto), então tenho que dormir durante o dia, mas durmo quando dá na telha(ou quando dá sono). Com isso, não tenho horário pra comer – me alimento quando dá fome. Praticamente um vampiro.

Mas nunca fui de seguir muito as regras sociais que te empurram goela abaixo desde que você nasce. Aos 12(ou 13, por aí) neguei Deus Todo Poderoso, e isso em uma família católica que ia na missa quase toda semana foi uma bomba. Tivemos brigas, mas consegui me fazer entender pelos meus pais.

Outro causo ocorreu porque sempre achei que dormir é perda de tempo. Meus pais também não entendiam isso, e até brigamos certa vez que fiquei namorando a noite toda na casa de uma amiga da então namorada, tendo um ônibus pra pegar para Curitiba, onde eu deveria fazer uma prova final logo no começo da tarde. Eles acharam que eu estava mentindo pra eles, enganando-os. Que eu não ia fazer prova porcaria nenhuma sem ter dormido à noite e tendo que viajar.

Atualmente tenho somente alguns horários a obedecer: obviamente os horários que meu trabalho exige, seja o horário de labuta mesmo, ou reuniões, definições, enfim; e os horários que minha gata precisa comer. O resto é feito tudo na hora, no estilo: tem que fazer isso? Ah, agora não. Tem que fazer aquilo? Só se for agora.

Quando tive que planejar a época que tiraria minhas primeiras férias foi uma desgraça. Horários perdidos com os da faculdade, viajei quando todos já estavam voltando das férias, resumindo: um desastre de planejamento.

O mais próximo de planos que faço é dizer que quero ter um filho. Oras, é verdade, quero ter um filho. Só não me pergunte quando.


E foi com planejamento que Godzilla invadiu o Japão…
Foto de: WorldIslandInfo.com

Muitos não entendem que isso não tem nada a ver com enrolação ou não-comprometimento. Eu simplesmente decido as coisas na hora, e não faço planos. Minha família entende um pouco mais, mas em relacionamentos namorativos(<voz de pagodeiro>olha o neologismo aí gente!</voz de pagodeiro>) várias vezes isso foi motivo de briga.

Se tenho vantagem em viver assim? Sei lá. Pra mim funciona, mas sei que pra 98% da população não rola. Sei que a maioria tem que dormir 8 horas da noite por dia, no mínimo, senão fica um bagaço. Almoço tem que ser até as 2 horas da tarde. 3 refeições por dia, mínimo.

E imaginem que eu pensei nisso tudo porque eu não consegui bolar ou usar uma cantada padrão pra chegar em uma mulher. Tive que chegar e tropeçar nela, porque cantada é para os fracos.

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Vai que é tua!

Postado por Bruno Pedrassani No Commented terça-feira, novembro 10th, 2009

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Nunca havia parado pra pensar na responsabilidade que temos ao publicar ou disponibilizar qualquer tipo de trabalho, e convido-o, gerador de conteúdo, a fazer o mesmo.

Como cientista da computação, eu aprendi a fazer programas para o seu digníssimo computador e a usar linguagens como C, C++, JAVA, Python, Bash, SED, AWK, o escambau a quatro que não vai te interessar agora. Não só programas e linguagens, mas aplicações online, webpages, serviços(apesar do senso comum, isso não inclui formatar o computador e instalar o uindous piratex pra todos os amigos, muito menos tenho que saber como funcionam todos os aspectos de formatação do Word, enfim). Muitos desses programas e ferramentas são de uso restrito no meu local de trabalho, outros faço pra facilitar a minha vida, mas ultimamente estou com idéias de disponibilizar o que achar de útil do meu trabalho para outras pessoas.

Com toda a sopa de letrinha, veio o pensamento da responsabilidade. Por mais que eu coloque um aviso claro de que eu não posso ser responsabilizado por qualquer tipo de dano causado na máquina de quem usar meus programas, ainda me sentirei como tal. Oras, o meu programa é meu filho, eu o criei. Se o objetivo dele não era detonar a máquina do usuário, sentirei a minha parcela de culpa, mesmo que seja somente meu ego falando.

O mais engraçado é que isso só me ocorreu agora, mesmo fazendo mais de um ano que crio conteúdo nesse blog aqui. E sim, todo gerador de conteúdo se enquadra na parcela de responsabilidade que supracitei. Os textos que escrevo aqui muitas vezes trazem informações, críticas ou simplesmente opiniões sem sentido. Obviamente que espero que o leitor tenha o mínimo de inteligência necessária pra compreender um texto, mas se o sentido do que escrevi foi entendido pelas tangentes, a culpa também pode ser minha.

Constantemente isso não é o bastante…
Foto de: davetoaster

E não falo aqui de responsabilização legal, blábláblá, yada yada. Falo de uma certa responsabilização moral pelo possível dano causado à mente da pessoa. Ou ao entendimento da mesma. Falei algo parecido quando discorri sobre tradutores e traduções, onde o tradutor de uma obra é também autor, uma vez que o entendimento que ele passar para o leitor da obra traduzida é diretamente proporcional ao seu entendimento e à capacidade de transmitir o mesmo.

Sabe aquele papo de Santos Dumont querer se matar ao ver o avião – sua criação – transformada em máquina de guerra? Verdade ou não, é mais ou menos isso. E não interessa se o seu trabalho é um blog que ninguém lê, um jornal de alta circulação, um programa que ninguém usa ou uma aplicação do Google. Tudo isso é conteúdo feito com um objetivo. Se esse mesmo conteúdo é usado de uma forma que não gostamos, bem, como dito, não gostamos. O problema é que aí, o estrago já está feito.

Portanto, não faz mal pensar um pouco antes de publicar seu conteúdo. E nunca se esqueça de avisar os possíveis efeitos colaterais.

PS: só pra avisar, o domínio http://brunopedrassani.com já está registrado. Lá disponibilizarei algumas aplicações e programas que tenho feito, e talvez alguns tutoriais e textos mais técnicos. Por enquanto não tem nada e estou testando o Drupal nele, mas enfim, o aviso está aí.