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Desgraça é porco

Postado por Bruno Pedrassani 4 Commented quarta-feira, setembro 9th, 2009

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Como eu sei que o ser humano em geral gosta de ver a desgraça alheia, vou contar meus causos. Na verdade, agora estou com #medo de andar de carro.

Pois eis que meu Alfa Romeo 145 estava tinindo, uma belezinha. Todos os reparos feitos, motor beleza, amortecedores novos, cano de escape novo, uma beleza. Andando no asfalto, vai que é uma maravilha, afinal, carro importado é assim. Mas como meus pais moram no interiorrrrrr, num desses finais de semana resolvi ir pra Caninhas Canoinhas.

Tudo bem, a viagem foi uma beleza, mas digamos que as ruas de Canoinhas tem mais buraco que queijo suíço(Ok, essa foi infame). Andava com o maior cuidado e tal, como sempre. Resolvi sair na “balada” com uns amigos. Até aqui tudo sempre uma maravilha. Os problemas começaram na volta da balada. Não bebi muito porque estava de carro, então eu não estava bêbado. Saí da balada, tomei o caminho de sempre. Estava uma chuva mortal, e meus vidros estavam embaçados, então estava eu, ingenuamente, mexendo no ar-condicionado pra desembaçar os vidros, quando repentinamente sinto um solavanco tão mortal quanto a chuva. É queridos leitores, eu estupidamente-barbeiramente-ridiculamente subi no meio-fio a 30km/h e detonei o carro. Se fosse um modelo nacional, teria no máximo uma roda torta, mas não, #prontocaguei no meu carro.

car_crash

Meu pobre carrinho…

Crédito: a adamant

Só essa brincadeira já me deixou sem carro por mais de 1 mês(ainda estou sem ele). Peça importada, blábláblá, demora, sem falar a grana pra arrumar.

Pois depois dessa, fiquei um bom tempo sem carro. Ainda estou sem carro, mas agora nesse feriadão, resolvi sair novamente na balada e peguei o carro do meu pai. Oras, Canoinhas é pequena e pacata, certo? Nada acontece por aqui, o incauto leitor pode pensar. Ledo engano. Deixei o carro estacionado em um local CHEIO DE CARROS, mas obviamente quando voltei ao meu carro, encontrei a porcaria do vidro quebrado e meu som não estava mais lá. Ou “seje”, é eu sair de carro, que o #sifudi é ligado.

Pura sacanagem. Agora não tenho mais vontade alguma de andar de carro por aí. Só pra ter prejuízo, tomanucu!

OBS: porco é como chamamos “pouco” aqui no interiorrrrrrr

OBS2: faz 1 mês mais ou menos que já tinham roubado outro rádio do carro do meu pai. Estou começando a achar que é algum tipo de complô com os vidraceiros….

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Vai entender as mulheres

Postado por Bruno Pedrassani 7 Commented sábado, junho 20th, 2009

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Essa aconteceu comigo há pouco tempo. Agorinha na verdade. Não vou dizer o nome nem quem era(apesar que alguns saberão, mas a maioria não, enfim) pra guardar a privacidade dela. Aqui, será identificada como ELA.

Então que queríamos comprar uma pizza, e como muitos já devem ter passado por isso, veio a hora da escolha dos sabores. Ah, a hora da escolha dos sabores, conhecida mundialmente como grande “desavençadora” de pessoas. Dizem por aí que casais já terminaram por causa disso. Sigam:

ELA: Buh, tô afim de uma pizza hoje, vamos comer uma?
EU: Opa, vamos sim. Podemos pedir pelo telefone e buscar depois… (detalhe é que a pizzaria é na esquina de casa)
EU: Tá, pedimos uma grande então? Que sabores?
ELA: Pode ser uma grande, e sabores… quero uma de frango com catupiry.
EU: Hummm, OK, pode ser. O que mais será? Pode ser portuguesa? (divisão de pizza por sabores, não várias pizzas)
ELA: Ahhhh não… portuguesa não. Que tal uma de bacon e milho?
EU: Ah, não sei, acho que não to afim de bacon hoje… Que tal calabresa?
ELA: Ah, fala sério né, calabresa eu corto a calabresa e faço em casa.
EU: Ué, não é questão de fazer em casa. Fazer por fazer, fazemos de frango com catupiry e cortamos o bacon também…
ELA: Não, calabresa não.
EU: E que tal lombo?
ELA: Ah não…

Com isso, deu aquele branco(não tínhamos cartão de pizzaria alguma), acabaram as idéias, ficou aquele silêncio pensativo na sala.

ELA: Fala uma aí…
EU: POW, já dei várias idéias, você não quer nada de calabresa, nada de lombo, nada de nada…
ELA: Mas também, calabresa e lombo são muito sem graça!
EU: Meu, eu gosto das duas e vejo graça, não tenta me convencer de que a pizza não tem graça. Só diz que não quer e pronto.
ELA: BLÁBLÁBLÁBLÁBLÁBLÁBLÁBLÁBLÁ! Também não quero mais comer pizza.

Aí ela saiu da sala resmungando coisas como grosso, estúpido e outras qualidades que normalmente as mulheres me atribuem quando estão com raiva. Eu fiquei quieto no PC. Momentos depois, vem ela passando pela sala e eu, não me agüentando(trema, não te abandonei companheiro), solto:

EU: Também, se não for da vontade da madame, não comemos nenhuma.
ELA: Minha vontade? Tem que ser tudo como você quer, e ainda quer me fazer comer pizza que não quero!

Depois dessa última, tenho que perguntar: o que você acha?

a) TPM

b) Eu que não manjo nada de mulher mesmo.

c) TPM

d) Eu que não manjo de discussão.

e) TPM

Isso é que é amigo!

Postado por Bruno Pedrassani 3 Commented sábado, abril 4th, 2009

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Essa aconteceu em Stuttgart, na Alemanha.

O maridão – Demetrius Soupolos(29) – e sua esposa – Traute(?) – queriam muito, muito mesmo um rebento, mas havia um problema: Demetrius é estéril.

Quando soube disso, a mulher virou no “demo”, protestou com o maridão, brigaram e tudo o mais. Como um excelente marido que é(ou só pra calar a boca da mulher, sei lá), Demetrius contratou seu amigo e vizinho Frank Maus(34) pra fazer o trabalho de “inseminação natural” na mulher, uma vez que Maus já era pai de 2 filhos.

Pro self-corno, parecia um bom plano. Pagar $2,500 pelo “trabalho”, que consistia em Frank tentar embuchar a mulher do vizinho por pelo menos 3 noites por semana durante os próximos 6 meses.

Frank Maus tentou, e comeu. Foram 72 tentativas de embuchamento durante os 6 meses. Como o amigo-vizinho benevolente é casado, sua mulher reclamou. E não só isso. O self-corno percebeu(o cara é um verdadeiro gênio) depois de 6 meses, que havia algo de errado, e pediu pra que Frank fizesse um exame médico. E Frank fez.

Claro que o filho é seu, querido!
Crédito[tanakawho]

E aí é que a história tem mais uma grande reviravolta(ou não)! Frank Maus também é estéril!

Sacaram? Sacaram? Os vizinhos eram 2 cornos. Frank que criava 2 filhos que, obviamente a mulher confessou, não eram seus, e Demetrius que se “autocornificou” contratando o vizinho estéril pra engravidar a própria mulher.

A cereja do bolo? Demetrius decidiu processar Frank por quebra de contrato, afinal, o vizinho levou a grana e a mulher, melhor tentar conseguir a grana novamente né? É o conhecido corno-manso-burro-pra-caralho.

O que eu acho é que as mulheres dos 2 devem ter achado extremamente divertido tudo isso. Agora fiquei me perguntando: qual a porcentagem de homens estéreis na Alemanha? E outra: não devem ter casas de adoção na Alemanha né? Orfanato?

Fonte[just-whatever]

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Conselho Nacional da Prevenção de Acidentes Sexuais

Postado por Bruno Pedrassani 9 Commented terça-feira, março 31st, 2009

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Também conhecido como CNPAS, vem prestando um ótimo serviço às pessoas comuns, ou seja, que gostam de sexo e não se “crucifixam”  por isso. Ajude a divulgar você também!

Fonte é do Capinaremos. Aliás, a mãozinha ali também é de lá, mas é muito boa pra deixar passar .

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E a nossa língua portuguesa…

Postado por Bruno Pedrassani 2 Commented segunda-feira, janeiro 26th, 2009

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Pois ter um celular com câmera(pow, faz só um ano que tenho um com câmera, e nunca tive câmera digital) é uma mão na roda pra flagrar aquelas situações engraçadas, patéticas. É bom também pra guardar aquelas “pracas” muito bem escritas, com mensagens sensacionais.

Eis que estava eu no centro de Curitiba, indo encontrar um amigo, e passo por isso:

Parei, tirei uma foto básica(com aquela risadinha no canto da boca) e continuei meu caminho.

Só que fiquei pensando no aviso na frente da garagem(esse aí de cima). Não gosto de ser injusto, e o cara aí pode estar certo! Não pela reforma ortográfica, mas simplesmente porque ele está avisando o que não pode ser estacionado ali! Entendeu? Não se pode estacionar Garage ali, de resto, qualquer coisa. Agora sim ahn? (Obviamente que a mensagem pode ser uma mistura de português com inglês também né?)

Mas vamos lá. Continuei meu caminho e uma quadra depois me deparo com isso:

O pior é que na porta do negócio estava escrito cabeleireiros mesmo. Provavelmente a anta que fez a placa(ou a que mandou fazer) fez errado, não viram e ficou assim. Ou não quiseram arrumar, sei lá. Mas é muito tosco ver um negócio imenso no meio da rua assim.

E pra finalizar, deixo aqui uma reflexão que meu amigo Iorrânes(OK, o nome dele é Johannes, mas agora sabem ler) trouxe à tona: o nosso antigo pára-quedas tinha esse nome porque servia para, bem, parar quedas né? O nome é a função. Com a reforma ortográfica ele ficou paraquedas, ou seja, ele serve para quedas, e não pra parar quedas, entenderam? Ahn? Ahn? :P

OBS: As fotos podem estar meio escuras porque o dia estava bem escuro por aqui.

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