Nódoa do Universo

Pra quê limpar se vai sujar depois?

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Por que mulheres não fazem canções de amor para homens?

Posted by Bruno Pedrassani on 10th novembro 2008

Quem ler o título já virá jogando pedras nesse pecador aqui, mas esperem um pouco.

Na verdade, a pergunta é porque as mulheres não colocam o nome do homem no título da canção.

Vejam, temos muitos e muitos hits conhecidíssimos com nomes de mulher, sejam nacionais ou internacionais.

Camila - Nenhum de Nós

Essa música apesar de não dizer “Eu te amo, eu te amo”, fala de lembranças de festas, tardes, marcas. Insanidade, ciúme, e talvez a primeira vez de um cara. É a mostra do que é uma mulher.

Aqui podemos citar ainda a já batida e que ninguém agüenta escutar(nem os caras) - Anna Júlia de Los Hermanos. Essa sim, é uma música pra uma mulher, direta e simplesmente. Grude de música, mas vale o exemplo.

Obviamente podemos citar ainda o grande conhecedor da alma feminina - Chico Buarque de Holanda. Esse cara deve ter o alfabeto inteiro com nomes de mulheres(nas músicas, nas músicas). Seja em contos de putas mulheres da vida como em Geni e o Zepelim - do fantástico a Ópera do Malandro -, como em Bárbara, onde o cantor chama, clama pelo amor, por uma paixão vadia, pela luxúria, pela mulher; sendo que nunca é tarde, e nunca é demais.

Mas a melhor do Chico na minha humilde opinião ainda é essa:

Beatriz - Chico Buarque e Edu Lobo

OK, essa é do Edu Lobo e do Chico, mas é muito boa. A mulher que ensina o homem a não andar com os pés no chão certamente é uma mulher perigosa - e amada. Essa aqui foi recentemente regravada pela Ana Carolina, e não ficou ruim não.

Claro que não posso esquecer a grande, imponente e maior intérprete brasileira: Elis Regina. Essa não é dela, é de fato do Milton Nascimento e Fernando Brant, mas a versão da Elis é a que ficou realmente conhecida:

Maria, Maria - Elis Regina

“Maria Maria é um dom, é uma certa magia” traduz o que são as Marias. O que é a Maria. A minha Maria. É a vontade de ser feliz em qualquer lugar. É a força.

Ainda poderia citar algumas boas, como Amélia(Mario Lago e Ataulfo Alves), Natasha(Capital Inicial) e tantas outras do Chico.

“Ah, mas aqui no Brasil é apelação… Com o Chico Buarque…”

OK, então vamos às internacionais:

Roxanne - The Police

Essa segua a linha das mulheres da Zona Vermelha. O cara simplesmente ama a mulher, e não quer dividí-la com outros rapazes. A idéia clássica de tirar a mulher da vida de putaria. Aqui vale a menção honrosa para El Tango de Roxanne, a versão bizarra - mas boa - do filme Moulin Rouge.

Só pra lembrar de mais algumas: Severina - The Mission UK(putz, essa eu juro que algum inglês veio pro Brasil e se apaixonou por alguma de nossas Morte e Vida Severinas), Michelle - The Beatles, My Michelle - Guns ‘n Roses, Angie - The Rolling Stones e claro, uma do rei do POP, Billie Jean - Michael Jackson(não dá pra escutar essa e não se mexer!).

Há ainda a memorável do Clapton nos tempos de Derek and the Dominos:

Layla - Eric Clapton(live)

“Layla, you got me on my knees” já expressa o sentimento dele. A mulher o deixou de joelhos, e assim, a música foi criada.

Vejam que, em todos os exemplos supracitados, as músicas foram feitas por homens, para mulheres. E há na assinatura do nome de cada música, pra qual mulher, explicitamente. O meu ponto aqui, é que não temos músicas que alguma mulher compôs, falando de amor, e que tenha no título da canção, o nome do favorecido. Traduzindo, não temos músicas que se chamem “Bruno”, “Ricardo”, “Severino” ou “Valdisnei”.

Confesso que pesquisei muito tentando encontrar músicas assim, mas é difícil, se não impossível. Temos Fernando do ABBA, mas essa é mais uma música de amizade do que de amor, paixão. Temos Daniel do Elton John, mas até onde sei Elton John é do sexo masculino, apesar da preferência sexual.

Então, depois de muita pesquisa(e aqui, agradecimentos aos meus colegas Antônio “Cabeça” Alexandre, Jetze “Djow” Johannes e o Ricardo H. Toba que me ajudaram na árdua tarefa de lembrar/descobrir essas músicas: valeu gurizada), descobrimos uma, uma única candidata: CUIDADO!!! NÃO CLIQUE **** Dudu - Banda Calypso *** NÃO CLIQUE!!! CUIDADO. OK, provavelmente foi o mestre Chimbinha quem fez a música(ou não, visto que a composição sempre aparece indisponível). Então, por isso, temos esta como candidata. A única.

Então, novamente a pergunta: por que mulheres não fazem canções de amor para homens, assinando para tal no título?

Teorias conspiratórias dizem que é porque provavelmente títulos com nomes de homens não fariam sucesso. Particularmente não acredito nesta. Acredito mais no fato de que as mulheres pensam, sentem e querem muito mais o sentimento - no caso, o amor - do que um homem em específico, pelo menos na maior parte do tempo. Mulheres querem viver um grande amor, ser felizes e e enfim, mulheres são mulheres. Canções de amor feitas por mulheres não faltam.

E os homens? Bem, esses gostam de mulheres.

OBS: Sim sim, eu sei que há muitas outras músicas com nomes de mulheres. Se quiserem, deixem comentários com o nome/autor da música. Mas eu os desafio a me dar ao menos uma - ou dez - músicas com nomes de homens. Feitas por muléres.

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Religião. Dignidade. Medo.

Posted by Bruno Pedrassani on 6th novembro 2008

“I can picture in my mind a world without war, a world without hate.
And I can picture us attacking that world, because they’d never expect
it.”

“Posso ver em minha mente um mundo sem guerra, um mundo sem ódio. E posso nos ver atacando esse mundo, porque eles nunca esperariam isso.”

Jack Handey

Muitos podem dizer que não, espernear, mas concordo total e absolutamente com o autor da frase acima(tradução livre). Paz, amor, sexo, drogas e rock’n roll existem, é claro, mas nunca serão condições dominantes no mundo. Sempre, sempre faremos guerra, teremos inveja, ódio, ciúme, o que for. Sempre mataremos o próximo, e o depois do próximo e assim por diante. Podem dizer que perdi a fé na humanidade, mas isso é mera constatação do comportamento humano.

De tempos em tempos ficamos sabendo de caras que, ou são gênios(mesmo que sejam “do mal”, se é que isso também existe), ou nunca deveriam ter nascido. Ou todos os anteriores.

O fato é que esta matéria do The American Scholar(vi a dica no Filisteu, do Cisco Costa) me deixou refletindo sobre o assunto por um bom tempo.

A matéria é sobre a Colonia Dignidad, existente até hoje no Chile. Hoje está virando atração turística, mas seus campos verdejantes com cidadãos pacatos e trabalhadores escondem muita história.

Há realmente muita coisa na matéria, que é extensa, mas é uma boa leitura. Vou tentar não rebuscar e alongar demais o assunto.

Criada por Paul Schaefer - um pastor evangélico alemão - e comandada pelo mesmo até que este fugisse, essa comunidade foi o verdadeiro exemplo da força de vontade de um homem, o que não é necessariamente coisa boa.

Schaefer quando criança não era dos mais espertos. Detonou seu olho direito quando usava um garfo pra desamarrar o sapato. Mas não o julgue só por isso. Quando chegou o tempo(da Segunda Guerra), ele tentou se unir à elite nazista, mas negaram o pedido justamente por causa do olho.

Passou a guerra como enfermeiro em um hospital, e isso não o impediu de alardear para o mundo que o ferimento no olho foi de guerra. E é após a guerra que começa sua jornada.

Sua primeira tentativa de comunidade foi a criação de um orfanato. Foi a primeira vez que descobriram que Schaefer gostava de criancinhas, particularmente, de meninos. Bem, o orfanato não deu certo, perseguiram o cara, ele fugiu e conseguiu arrego no Chile. Ganhou umas terrinhas, e os alemãos alemanos alemões alemães que o seguiram, bem, foram com ele. Fundou-se então a Colonia Dignidad.

Nos anos que passaram, Schaefer era “O Tio Permanente”. Ele detinha todo o poder, e tudo que fazia era em nome do seu Deus-Todo-Poderoso. Homens não viviam com mulheres, e não era permitido se casar(salvo exceções). Se fosse haver casamento, quem escolhia o casal era o próprio Schaefer. Ele não permitia conversas paralelas, somente conversa a três. Viviam quase que somente alemães, mas alguns chinelos chilenos também eram aceitos. Só se falava alemão. Os colonos tinham que confessar “pecados” que cometiam até em pensamento, e era encorajado que se confessassem uns aos outros também. Havia pedofilismo, estupro, submissão.

Mais tarde Schaefer passou a receber “convidados especiais”, enviados por Pinochet. Assassinato, tortura eram comuns.

O interessante é que tudo isso acontecia, mas os colonos não sabiam, pelo menos a maioria.

Há muito mais no texto, mas já serviu pra ilustrar a questão. Na verdade, a pergunta que fica é como esses colonos se submeteram à dominação do homem que a própria The American Scholar diz ser o mais mau de todos os tempos. E a única resposta plausível é: religião. Religião, e porrada. Medo. É assim que as coisas funcionam. É assim que temos guerras, e é assim que temos paz também.

O que me impressiona é a capacidade que algumas pessoas têm de fazer esse tipo de mal. Não dá pra negar que o cara foi muito esperto e conseguiu algo muito difícil: controlar toda uma comunidade, e ser reverenciado como um semi-deus. Esse objetivo ele atingiu. OK, na verdade isso não me impressiona mais. Está na hora de aprender que essa é a nossa natureza, a diferença é o cão que cada um alimenta.

Com tudo isso, fico me perguntando se a pessoa que matou uma criança de nove anos e a deixou em uma mala na rodoviária de Curitiba é tão diferente de um Paul Schaefer da vida.

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Não assista ao horário eleitoral. Sério

Posted by Bruno Pedrassani on 25th setembro 2008

Esse ano decidi fazer uma coisa inusitada com relação às eleições: perceber e anotar em quem eu votaria antes do horário eleitoral, e depois. Claro que eu deveria assistir ao horário eleitoreiro eleitoral.

Talvez esse post tenha alguma utilidade pro Paulo, que esses tempos procurou sobre as eleições e… nada.

De fato, assisti ao horário eleitoral do meio dia, quase todos os dias. Tanto nos dias do horário de vereadores, quanto nos dias de prefeito.

Antes de começar a assistir, eu tinha uma opinião baseada no que se vê de gestões atuais, bem como de pesquisa sobre os candidatos. Sobre o que já fizeram, que “cargos” já serviram, se há processos, enfim, o que todo cidadão deveria fazer antes de votar. Mas frisando: isso tudo foi visto e feito antes do horário eleitoral.

Um dos pré requisitos da minha “experiência” era não ver mais nada sobre os candidatos depois que começasse a veiculação das propagandas, somente o que se consegue na televisão/rádio/rua, sem esforço, que é o que o cidadão médio faz.


Se votarem em mim, prometo acabar com todas as subidas da cidade!
Mais do joebeone

Pois bem. Pra começar, os candidatos nunca mostram todos os defeitos do outro. Há os ataques pessoais, principalmente entre os mais conhecidos, mas nunca se fala de todos os podres de cada um. Isso deve acontecer principalmente porque quem perde deve querer uma das tetas depois das eleições, vai saber.

Mas os ataques existem. E quanto mais perto das eleições, mais se intensificam. No começo falam: “A atual administração não faz isso isso e aquilo”. No final é: “O prefeito <insira um nome aqui> não se importa com isso e aquilo, não faz isso, é irresponsável”.  Isso no programa eleitoral mesmo, não considerei debates aqui.

Bom, mas isso qualquer ser dotado de alguma inteligência percebe.

O que me deixou realmente intrigado é que, depois de semanas recebendo uma lavagem cerebral auto-submetida, eu acabei simpatizando com candidatos que antes nunca votaria. E pior, durante essas semanas, troquei várias vezes de candidato “predileto”. Alguns dias um parecia bom, com propostas boas. No outro dia, outro parecia melhor, com propostas quase iguais, mas com alguma coisa a mais. Outro dia, algum atacava o outro e eu ficava sem candidato.

Os tipos de propaganda eleitoral variam imensamente. Enquanto tem candidato que fica no arroz com feijão, há candidato que promete mundos e fundos. Se for só pelo que prometem, qualquer um está perdido.

A Propaganda Eleitoral é definitivamente só propaganda mesmo. Isso pra quem tem tempo. Chega a ser ridículo o número gigante de vereadores disponíveis pra votar, e o tempo pífio que aparecem na televisão. Nenhum ser consegue lembrar de todos. Vai escolher um aleatoriamente e pronto. Ou o que mora no seu bairro, enfim.

O fato é que, fico extremamente feliz de ter visto tudo isso. Não porque agora vou saber em quem votar, bem pelo contrário. Vi o programa eleitoral de Curitiba, mas não voto aqui. Por isso estou feliz. Estaria numa enrascada se tivesse que votar por aqui, e olha que sou um cara que tem instrução. Sou formado, consciente de voto e o escambau, e essas porcarias foram capazes de distorcer a minha visão, claro, dentro de alguns padrões pré-estabelecidos. Mas imagina o que isso não faz com a cabeça de qualquer um?

Veredicto final: se quer escolher um bom candidato, não assista ao horário eleitoral. Fique longe. Aliás, essa propaganda eleitoral gratuita-que-não-é-de-grátis deveria ser proibida, pelo menos nesse formato. Democracia é uma ova, ganha quem tem o melhor marketing mesmo.

OBS: há um candidato a vereador aqui em Curitiba que eu votaria. Não sei o número, mas é o Tadeu do Pierogui. Ele teve uns 10 segundos pra falar, e o que disse? O número e que vai abdicar do salário da câmara. Perfeito. Pra mim, só cargos que exijam tempo integral de dedicação exclusiva deveriam ser remunerados na política. O resto deveria ser voluntário. Vereador inclusive.

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Comprovado: SMS é mais perigoso que álcool e drogas

Posted by Bruno Pedrassani on 21st setembro 2008

Agora está comprovado: SMS no volante é mais perigoso que bebidas e drogas. De acordo com uma pesquisa de um laboratório desocupado britânico, o tempo de reação de quem escreve SMS no volante cai 35%, enquanto quem consome o limite legal(lá) de álcool tem queda de 21%. Pra usuários da verdinha, é 12%.

Agora vem cá, chega mais perto. Mais um pouquinho. QUEM É A BESTA QUADRADA QUE NÃO SABIA DISSO?

Não digo nem as porcentagens, isso aí só com pesquisa mesmo. Mas alguém tinha dúvida que pegar o celular na bolsa/bolso, catar as mensagens pelos menus, escrever, ler e mandar a mensagem é mais perigoso que… qualquer coisa?

Esse tipo de pesquisa só serve pra provar o que Homer Simpson já dizia: “As pessoas inventam estatísticas para provar qualquer coisa. 40% das pessoas sabem disso.”


Mais do Pixel Addict

Porra, você precisa parar de olhar pro trânsito, prestar atenção no celular e ainda tirar pelo menos uma das mãos pra digitar a mensagem. Qualé? Sério, alguém achava que isso era menos perigoso que beber dirigir alcoolizado(se é que pode-se chamar de alcoolizado o limite legal)?

É por essas e outras que tenho vontade de fazer umas pesquisas inúteis como essa(e ganhar dinheiro com isso). Ah, ainda tenho vontade de criar um funk tão meloso e gosmento que o Brasil inteiro cante. Só pra ficar milionário. É cada uma que me aparece.

O bom agora é que, com uma pesquisa dessa dando “embasamento científico”, quando o policial te parar numa blitz depois de você ter bebido uns gorós, você pode dizer:

- Bô seu guarda, releva! Eu bem bodia dá enviando um SMS, bas dão, eu bebi um bouquinho só! Qualé, libera essa bai?

Viram só? Isso aqui também é cultura! E ainda, dando dicas de como escapar de uma blitz. Melhor que isso, só dois disso.

Agora a pergunta que não quer calar: O que é pior, quem fez a porcaria da pesquisa, ou quem publica esse tipo de coisa inútil?

Fonte: Portal Exame

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Algumas questões de acessibilidade

Posted by Bruno Pedrassani on 14th setembro 2008

Confesso que nunca me preocupei muito com acessibilidade aqui no blog. Sempre foi algo que podia até lembrar, mas deixava passar, não pensando nesse possível nicho de leitores.

Mas isso mudou. Esse final de semana fui ministrar uma palestra no 3º Circuito Paraná de Software Livre - Etapa Palmas(e esse foi o motivo porque estive ausente daqui e sem atualizações), e tive a oportunidade de assistir a uma palestra sobre acessibilidade. O conteúdo da palestra era bem vasto, mas o que realmente me interessou foi um vídeo mostrado.

Neste vídeo, uma psicóloga(acho) cega tentava acessar a internet. Tentava não, ela navegava normalmente, se utilizando de softwares de leitura de tela(no caso, era o JAWS). Para o meu espanto, ela conseguia fazer tudo utilizando o JAWS, mas durante o vídeo, Marco Antonio de Queiroz - conhecido como MAQ (é cego mas tem um site mantido por ele mesmo, o Bengala Legal) - mostrava como sites que não se preocupam com a acessibilidade realmente atrapalham a navegação dessas pessoas.

Pra quem não sabe, o JAWS e similares(como o NVDA, que é gratuito), lêem o conteúdo da tela da esquerda pra direita, de cima pra baixo, ou seja, como quem enxerga lê. Como usar o mouse é impossível(tente clicar em alguma coisa de olho fechado pra você sentir o drama), a navegação é toda pelo teclado, particularmente com a tecla TAB.

Só que agora, pense em um portal de notícias qualquer, ou algum site de compra online qualquer. Há um menu imenso na lateral, ou no topo, SEMPRE. Utilizando o TAB, você vai passar por todos os links do menu, sempre. Ou seja, se clicar em uma notícia, na próxima janela terá que passar por todo o menu novamente, somente pra ler a notícia. Uma solução é ter um link no topo da página como: Ir para o Conteúdo. Claro que há outros problemas, como a falta de textos alternativos em imagens(eu dificilmente coloco). Você escreve um texto, e coloca uma foto ilustrando. Quem não pode ver, pode pelo menos saber do que se trata se tiver um texto alternativo de explicação pra foto. Ah, nem preciso falar que os sites totalmente feitos em flash são inavegáveis né?

Senhora Justiça

Sem acessibilidade, como a senhora Justiça vai ler meu blog?
Mais fotos do Stevan

Portanto, estou mudando a forma como coloco minhas imagens, e também estou procurando um novo template pro blog. Um que não tenha a coluna da esquerda, de forma que o texto fique de mais fácil acesso. Vou tentar achar/fazer um plugin de Ir para o Conteúdo pra colocar no topo da página, portanto, esperem mudanças no blog pelos próximos dias.

Esse pode ser um nicho pequeno, e provavelmente eu nem tenho leitores cegos ou com alguma deficiência mais grave. Mas as mudanças no blog não são grandes, e não há muito esforço, basta querer. De qualquer maneira, isso não vai atrapalhar em nada a leitura das outras pessoas. Inclusive, seria bom que todos aderissem à acessibilidade.

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