Nódoa do Universo

Pra quê limpar se vai sujar depois?

Archive for the 'trágico' Category


Queria uma piada, mas criança apanhando não tem graça

Posted by Bruno Pedrassani on 13th outubro 2008

É, hoje estava afim de contar uma piadinha aqui, algo engraçado, sei lá, mas não vai dar.

Não sei se a notícia chegou a nível nacional, mas no dia 11 que passou(de Outubro pra quem está perdido no tempo) uma babá foi presa em Paranaguá(no Paraná, pra quem é parente da Carla Peres não é bom em geografia) por agredir um bebê de sete meses.

Os pais desconfiaram, esconderam uma câmera de vídeo e pegaram a moça de 22 anos no flagra. Não divulgaram as imagens, mas levar a mulher em cana já é algo grave - pra bababa mulher, obviamente.

Esse ocorrido já foi o suficiente pra me tirar do sério. Mesmo, o que uma pessoa de 22 anos quer batendo num bebê? Educar? Calar a boca? Até tento entender esse tipo de gente, mas não dá. Não me conformo em ver nos fantásticos da vida imagens de gente espancando bebês e crianças.

Só um adendo: não sou contra umas palmadas pra educar a criança(e os trolls que venham com as pedras). Sei que atualmente tudo quanto é “entendido” do assunto diz que não pode bater, blábláblá, mas acho que pode - e deve - só quando for necessário, pra educar, e pra uma criança que entenda. Isso é diferente de ser espancado. Bater em bebês então, nunca, jamé.

Pra quê perder isso?
Mais de mikebaird

Aproveitando o ensejo, um caso que não chegou à “grande mídia”.

Vi através do Dia de Folga esta postagem no Every Woman’s a Madonna(aliás, gostei do nome). A postagem é meio antiga, mas não tem problema. Fala basicamente de um caso em que a autora do blog foi ao supermercado(Carrefour), escutou uma gritaria, crianças chorando, e descobriu que um segurança havia espancado duas crianças por estarem brincando na escada rolante.

O pior da “brincadeira” é a covardia tanto do fiscal/gerente do local quanto do segurança em não assumir a cagada depois. Não quiseram dizer nem o nome! Machões eles não?

Ah, detalhe, as crianças eram negras(ou pretas? nunca sei de que jeito gostam de ser chamados, bah) e moravam num barraco ali perto. E eu digo: edaê Bial? Grandes porcarias isso. O cara tinha que ser preso e estuprado por dois negões 3×3 pra aprender a não bater em criança. Desculpem, mas isso me tira do sério.

Obviamente todos já devem ter ouvido alguma história parecida alguma vez, mas e daí? Não podemos deixar esse tipo de coisa ser tratado como “normal” e banalizar essas situações. Se depender de mim, não vou deixar mesmo.

Pra mim, esses estupradores, aliciadores, espancadores e qualquer babaca de plantão devem ir pra cadeia, sofrer muito mais do que causaram de sofrimento. Pelo menos pra isso nossas prisões servem. Ou que morram de uma vez.

Essa foi a minha homenagem ao dia das crianças.

OBS: Mas se acalmem. Há coisas boas também. Vejam este post.

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TOC TOC TOC: o que é normal?

Posted by Bruno Pedrassani on 8th outubro 2008

É normal tentarmos nos adaptar, nos encaixar, fazer parte de um grupo. Vivemos pensando o quão “normal” somos, e o quão diferente somos também.

Mas como em toda comparação, é necessário se ter uma base, um padrão para se comparar.

Então a real pergunta aqui é: o que é normal? E se quisermos ir mais a fundo ainda: quem ou o quê define o que é normal?

Essas questões são mais velhas que andar pra frente antigas. Já foram levantadas inúmeras vezes por pessoas muito mais influentes que eu. Então porque levanto-as novamente?

Simples, informação. Informação não somente dessas questões, mas de distúrbios intimamente relacionados com as mesmas.

Não sou médico ou profissional da saúde, nem pretendo ser. Mas posso discorrer sobre coisas das quais passei, ou que tive um contato extremamente grande.

Vou citar algumas doenças e transtornos, e depois volto à discorrer sobre as questões acima.

***

Começando pelo TOC - Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Quem quiser ver mais a fundo, clique no link, a página da wikipedia está bem completa.

O TOC é uma doença em que o afligido tem idéias ou comportamentos que, mesmo parecendo absurdos ou ridículos, são incontroláveis. Ele os faz mesmo assim, mesmo sabendo que são uma produção da sua mente.

Os tipos de idéias e comportamentos variam de pessoa pra pessoa. Pode ser alguém que não consegue sair de casa por medo dos germes, bactérias e vírus. Pode ser alguém que tenha mania de limpar tudo o que vê pela frente. Na verdade, pode ser qualquer comportamento, em maior ou menor grau.

Apesar do senso comum - e aqui confesso que eu era uma dessas pessoas - de que falta vontade pra pessoa controlar as “manias”, o TOC não é controlável, pelo menos não pela vontade do vivente. É necessário um tratamento psicoterápico, acompanhamento profissional e individualizado, e muitas vezes tratamento farmacológico também.

As causas do TOC são desconhecidas, provavelmente porque envolvem vários fatores diferentes, sejam genéticos, de criação, neurológicos, enfim.

***

Uma síndrome normalmente relacionada com o TOC é a Síndrome de Tourette.

Da wikipedia:

Síndrome de Tourette é uma desordem neurológica ou
neuroquímica caracterizada por tiques involuntários, reações rápidas,
movimentos repentinos (espasmos) ou vocalizações que ocorrem
repetidamente da mesma maneira.Esses tiques motores e vocais mudam
constantemente de intensidade e não existem duas pessoas no mundo que
apresentem os mesmos sintomas. A maioria das pessoas afectadas são do
sexo masculino.

Durante a vida, o cidadão passa a sofrer menos com os tiques motores, e acabam diminuindo a intensidade, mas não há uma cura propriamente dita.

***

Agora vamos falar da doença dos tempos modernos(odeio essa expressão), a Depressão nervosa, ou para os íntimos, somente depressão.


Assim como o TOC, é senso comum que a depressão pode ser curada pela simples vontade do depressivo, o que não é verdade. Acredito que há casos de depressões leves que até possam entrar nessa categoria, mas não é regra, e é um erro pensar assim. Depressão é um distúrbio neurológico, com tratamento.

O depressivo é tipicamente aquela pessoa que parece estar sempre triste e melancólica. Muitas vezes não tem vontade de fazer nada, se isola do mundo, acaba com sua vida social, dorme o dia todo. Vontade de chorar, de ficar só, falta de energia. Há vários “sintomas” e comportamentos que podem caracterizar uma depressão, mas a simples existência de um deles não significa nada.

Recomendo a leitura do link acima sobre a depressão, também está bem completo.

Mais de Julianne.hide

***

Com alguma informação sobre as doenças, vamos voltar à discussão.

Pense por um momento, se por algum motivo darwiniano, toda a sociedade tivesse a Síndrome de Tourette. O que seria normal? O que teria definido essa normalidade?

O exemplo é fictício, mas a reflexão é real. O que é normal? O que aparece nas revistas FACES, Velhas ou afins? O normal é parecer uma boneca de porcelana, perfeitinha, chata? E quem disse que é tudo isso, o editor da revista?

Vários de nossos maiores gênios eram depressivos, melancólicos. Vincent van Gogh era um deles. Há quem diga que estando(ou sendo?) melancólico, se produz muito mais. Devo dizer que concordo com isso, e por experiência própria. Parece que há na felicidade uma barreira, e talvez seja essa barreira a própria felicidade.

Divagações à parte, já senti na pele uma pseudo-depressão, e já estive próximo de pessoas depressivas, não só uma vez.

E sabe o que é pior de presenciar tudo isso? Não é só ver a pessoa querida mal. O pior é tentar ajudar, e não conseguir. É tentar trilhar um caminho e acabar perdendo o bonde. É estar “por fora”, vendo tudo acontecer, e ter a sensação de que tudo o que você faz ou pode fazer só vai piorar a situação.

A verdade é que, o pior de tudo é presenciar tudo isso. Seria tão melhor se você pudesse sofrer exatamente a mesma coisa, pra que soubesse exatamente o que fazer, não?

Mas isso não existe senhores e senhoras. Portanto, não me venham com normalidades. Não venham me dizer o que sentir, como sentir ou o que fazer. Não venham me dizer que isso ou aquilo não é normal.

A única coisa normal no mundo, é o caos.

OBS: é muito provável que eu tenha falado alguma besteira no texto, principalmente com relação às doenças. Como disse, não sou profissional, estou falando unicamente com o meu conhecimento(e alguma pesquisa, claro)

OBS2: Não seriam os Emos os maridos das emas? a versão depressivamente normal de rebeldes sem causa?

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Fotografia serve pra quê mesmo?

Posted by Bruno Pedrassani on 18th agosto 2008

A pergunta parece meio inútil, mas pense novamente. Desde que o mundo é mundo, o homem tenta guardar algum tipo de memória visual do já vivido. Seja por desenhos, obras de arte, estátuas, quadros; e desde que inventaram a máquina fotográfica, temos a fotografia.

Só que antigamente, as fotos eram tiradas, reveladas, vistas e guardadas. Repetindo: reveladas e guardadas.

Hoje, se quiser ver uma foto da sua infância, basta ir até o armário(da sua mãe provavelmente), e resgatar as fotos antigas. Há o trabalho de ter que ver uma por uma, mas se foram guardadas, estarão todas lá.

Só que com a popularização das máquinas digitais, o que acontece? Tiramos a foto, passamos pro computador e puff, acabou aí. É inegavelmente mais fácil, mais simples e mais prático utilizar imagens digitais. Mas dificilmente as revelamos, afinal, as temos todas ali, no alcance de alguns cliques. E aí é que está o problema.

Eu particularmente já perdi inúmeras fotos por problemas de HD. E não só isso. Por ter esquecido onde estavam, formatado o HD, perdido o pendrive, enfim, há inúmeras maneiras de se perder uma imagem digital.

Até hoje, não vi e não vejo nenhum serviço mais confiável pra guardar fotos do que revelá-las. Há sites na internet que prometem isso, serviços que fazem aquilo. Mas pra mim, parece extremamente simples perder as imagens, as lembranças guardadas em algum servidor qualquer no mundo.

Já vi caso de uma empresa de formatura perder todas as fotos de uma… formatura. TODAS! E aê, como ficam as pessoas? Sem lembranças da sua tão sofrida formatura?

É mais ou menos assim que eu vejo a situação. É muito, muito fácil perder uma foto digital, e assim, perder uma lembrança de algum momento que você julgou merecer uma lembrança.

old_photo

Então eu pergunto novamente: Pra quê serve a fotografia?

É uma pena, mas o que veio pra facilitar muito nossa vida, acaba por atrapalhar. E isso acontece mais do que pensamos, com várias invenções. Não revelamos as fotos por pura comodidade, e só quando perdemos pensamos: “deveria ter revelado aquelas fotos…”.

Só que o ser humano não muda. Nós não mudamos, pelo menos não da noite pro dia. Dificilmente revelaremos nossas fotos digitais. E dificilmente as teremos daqui a 10 anos. É uma pena, mas é a verdade.

Então, o ideal é analisar se vale mais a pena manter uma lembrança dentro do computador, ao alcance de cliques, ou dentro de um álbum, ao alcance das mãos.

OBS: agradecimentos à Maria-senhora-minha-namorada por ter conversado sobre isso comigo.

OBS2: devido à inúmeros elogios ao Windows Live Writer, este post foi escrito no mesmo. Vamos ver se é tudo isso que falam dele.

OBS3: por incrível que pareça, eu não tenho uma máquina digital. Nem uma “analógica”

Crédito da foto: freeparking

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Quando mudam o seu modo de vida

Posted by Bruno Pedrassani on 8th agosto 2008

Não estou falando de uma mudança daquelas que simplesmente acontecem, um imprevisto qualquer. Falo de quando você é forçado a mudar sua rotina, ou qualquer aspecto da sua vida. Quando em nome da segurança, você precisa mudar como pensa, como vive, como se veste, como anda.

Pois minha cunhada(a irmã da minha namorada) foi assaltada aqui em Curitiba. Em plena luz do dia - na praça Rui Barbosa - por um bando de babacas que não têm o que fazer. Obviamente, levaram tudo que ela carregava. Celular, Mp4, dinheiro.

OK, perder seus gadgets, por mais que você se apegue a eles, não é o problema maior. O problema real começa com o medo.

Quando alguém é assaltado, por mais “pacífico” que tenha sido o assalto, ficam seqüelas. Em algumas pessoas menos, em outras mais, mas fica aquele medo. A próxima vez que você estiver andando sozinho, você certamente começará a olhar para os lados, pra trás, desconfiar de alguns tipos. É o medo.

Só que o que esses meliantes estão fazendo é muito mais que levar seus pertences. No caso da minha cunhada, ela tinha um vídeo gravado no Mp4, de quando fez sua mudança. O problema é que ela não lembra se no vídeo havia outras informações, como por exemplo, o endereço de onde mora. Isso é um prato cheio nas mãos erradas, apesar de que ainda acredito que esses batedores de carteira só roubam e revendem, o mais rápido possível o produto furtado. Mas ainda assim, havia um vídeo, dentro do Mp4 dela, feito na casa dela, que a deixou ainda mais insegura.

E o quê fazer? Não usar mais o próprio item que comprou pra guardar suas próprias coisas? Não posso mais ter vídeos no meu celular, ou câmera que seja? Agora tenho que gravar, copiar, apagar, antes de sair de casa?

Eu me recuso a fazer isso, me submeter a esse tipo de coisa. Mas há mais. “Especialistas” dizem que não é bom ter contatos no seu celular com nomes como: mãe, pai, casa, apartamento ou qualquer nome que identifique você, seu lar, seus conhecidos. Mesmo caso. Não posso usar o que comprei(com meu dinheiro pagando todos os impostos), da maneira que quero, porque preciso ter medo antes de tudo. Porque preciso pensar na segurança. E eu me recuso a fazer isso.

Claro que há argumentos pra tal. É bom pra você se proteger, etc, etc, etc. Mas onde isso vai parar? Hoje é um nome no celular, um vídeo no Mp4. Amanhã não poderei sair de casa sem colete à prova de balas. Vejam que é um exagero, mas só por enquanto.

Não podemos sair com um fone de ouvidos na rua, porque chama a atenção. Não posso ir jogando qualquer coisa como um DS ou PSP no ônibus. Não posso fazer isso porque aquilo. Vamos de táxi porque de ônibus é perigoso. Vou colocar insulfilme(é assim que se escreve? nunca descobri) no carro por segurança. E olha que nem sou um cara famoso nem nada. Está certo tudo isso? Está certo ter que deixar de fazer o que quero, o que gosto, por causa de babacas como esses?

Novamente, eu acredito que não, e me não vou mudar minhas entradas na agenda do celular. Vejam que eu não falo mal de quem o faz, está certo pensar na própria segurança. Mas pra mim não serve, não funciona.

Não vou apontar culpados aqui, pois nem sei identificá-los. Que seja o “jeitinho” brasileiro, que seja a falta de policiamento, ou policiais atirando à torto e direito, que seja a corrupção, que seja o próprio povo. Que sejam projetos que visam só “mostrar” o trabalho, mas que não fazem muita diferença. Que seja tudo isso junto. Não sei apontar os culpados. O que sei dizer é que eu continuarei sendo eu mesmo, e me recuso a mudar. Ficarei mais inseguro? Sim, mas é minha escolha. Faz isso quem pode, quem não quer ceder, mesmo tendo que arriscar.

Enquanto isso, ajudaremos os que sofrem mais com esse tipo de ação.

E que os babacas-retardados-imbecis que roubaram a irmã da minha namorada morram lenta e dolorosamente.(tm Morroida)

Grato,

Bruno Pedrassani

OBS: Todos os links deste post(fora o do Morróida) são para ferramentas de comparação de preço. Ainda acharei um método de diferenciar esse tipo de link aqui no blog.

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Lixo? A m**da volta pra você

Posted by Bruno Pedrassani on 5th junho 2008

Hehehe, sempre que vejo ou ouço falar no dia do Meio Ambiente, lembro-me dos tempos de escola, em que sempre tínhamos que fazer uma “apresentaçãozinha” sobre o mesmo, e todos nós crianças começávamos falando igual, do tipinho decorado:

- O-dia-do-meio-ambiente-é-muito-importante. Ele-é-importante-porque-é-o-meio-onde-a-gente-vive. Se-não-fosse-por-ele, a-gente-não-teria-ar-pra-respirar.

Eu, particularmente, odiava fazer essas apresentações pra classe. Sentia que era tudo igual, e odiava falar em público. Mas o assunto aqui hoje é outro.
É que hoje é realmente o dia do meio ambiente, e o blog Faça a sua parte está promovendo uma blogagem coletiva sobre o meio ambiente, em que a idéia é o maior número de blogs participarem, cada um informando seu nicho e leitores sobre algum assunto relacionado ao meio.(Vi que tinha a blogagem coletiva hoje através do Dia de Folga)

Esse post poderia entrar também pra série das coisas que odeio, mas isso aqui é mais importante. Venho hoje falar de outro assunto que me deixa puto da cara. O LIXO jogado em qualquer lugar.

É sobre aqueles viventes que fumam/bebem/comem no carro e arremessam a sujeira pela janela - quase matando o pessoal que vem logo atrás - ou daqueles que andam pela rua comendo e nem se dão ao trabalho de segurar o lixo até a lixeira mais próxima. É sobre aqueles que saem do mercado com um docinho, e nem pra jogar o bendito papel de lixo na lixeira.
Querem saber? Vocês são idiotas, e sinto muito se xinguei algum leitor passando por aqui, ninguém mandou ser um idiota.

Sabe, quando eu era pequeno, nóis tudo nadava aqui…

Não é difícil colaborar. Veja:

  • No carro ,por exemplo, eu tenho um saco de pano que fica junto à marcha. Ali jogo todo o lixo. Quando enche, somente esvazio em alguma lixeira, e está pronto novamente. Atitude simples, não?
  • Ah, acabou de comprar comida e está comendo no carro, mas não tem saco de pano ainda? Pegue a sacola onde veio a comida, serve de depositário.
  • Mas eita, não veio sacola. Beleza, deixe no carro até chegar a uma lixeira. Azar o seu. Não suje o resto do mundo só por preguiça.
  • Evite pegar muitas sacolas plásticas no mercado. Prefira os mercados que utilizam sacola oxi-biodegradável. São sacolas boas e demoram muito menos pra se decompor na natureza.
  • Separe o lixo. Quase toda cidade, inclusive as pequenas, tem coletadores de lixo que pegam o que é reciclável.
  • Se está com lixo na rua e não tem lixeira, guarde no bolso, até que veja uma.
  • Quando estiver na praia, por favor, não cometa a heresia de jogar lixo no mar. Isso inclui as suas necessidades naturais, elas são lixo também, e há locais apropriados pra despejo, caso não saiba.

Isso não é corrente, mas você pode ensinar seus filhos, amigos, familiares e conhecidos a fazerem o mesmo. Ou pelo menos alertá-los. Muita gente joga o lixo em qualquer lugar por preguiça, outros por distração mesmo. Não custa fazer a sua parte, e ajudar os outros a fazerem a deles.

Sem comentários.

Viu alguém na rua jogando lixo no chão? Não hesite, grite bem alto: PORCO! Se o vivente não for palmeirense(porco, sacou? tá tá, infame de novo) ele vai entender.
Sabe a dondoca dona que sai pra andar com o cachorrinho? É, ele caga(desculpem! segundo minha namorada, nosso gato faz “cocozinho” e “xixizinho”. acho que ele é gay) por aí e ela não recolhe? Não tenha vergonha de falar que ela esqueceu a merda do cachorro logo ali.

Certamente há muita coisa errada. Dejetos jogados no mar sem tratamento algum, óleo nos mares, praias imundas. Mas um erro não justifica o outro. Não quer que a sua cidade inunde com qualquer chuvinha? Não jogue o lixo em qualquer lugar; eles entopem os ralos, locais de escoação de água. Se jogar a merda no meio, o meio devolve a merda pra você. Nem que demore um pouquinho, mas devolve.

Isso tudo me deixa de cabeça quente. Normalmente é o que acontece quando você se empenha em fazer a sua parte, mas os outros não estão nem aí. Mesmo assim, não desista, não desanime. A minha parte de hoje está feita. Passo a bola pra frente.

EDIT: se perceberem mudanças no texto, é porque minha querida namorada os o revisou pra mim. Agradecimentos a ela.

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